Bem amigos desse simplório blog, voltamos com a segunda postagem: A relação entre qualidade do processo e qualidade do produto, o que os dois têm em comum, a palavra qualidade (a vá), bom consultando a Wikipédia: “qualidade é um conceito subjetivo que está relacionado diretamente às percepções de cada indivíduo. Diversos fatores como cultura, modelos mentais, tipo de produto ou serviço prestado, necessidades e expectativas influenciam diretamente nesta definição”. Senhoras e senhores por onde começar (sinceramente eu não sei), mas vamos que vamos que tudo vai dar certo.
Bom, se vamos falar de qualidade de processo, temos que falar da origem desse termo, resumidamente tudo começou em 1950 após a segunda guerra mundial pelo Dr. W.E.Deming (Tony Stark da época) devido à necessidade que a nação japonesa sentia em melhorar seus produtos para a exportação, o professor Kaoru Ishikawa (Tsubasa) incentivou uma pratica denominada CCQ (CQC?) aonde ela convoca determinados funcionário para o Circulo de Controle de Qualidade (tipo a liga da justiça) esses funcionários eram divididos em líder (Superman), secretario (Batman), e os circulistas (o resto da liga), bom essa tese dizia que se eu conseguisse que cada processo da produção fosse de qualidade o meu produto final seria um produto de qualidade, em alguns casos isso não acontece (Ceturb, Fanta sabores, Órgãos públicos em geral), porque a Dell não entra nessa? Só por curiosidade entre 2003 e 2005 vários computadores da Dell apresentaram vários problemas, acabou-se descobrindo que a Dell havia colocado peças com defeitos em suas maquinas e o pior ela sabia do problema das peças (Dell sacana) falha no processo gera falha no produto, mas o contrario também vale?
Bom se qualidade e um termo subjetivo, imagino eu, que qualidade do produto e mais subjetivo ainda. Pois bem lá se vai a minha indagação se um produto e feito com o melhor tipo de processo ele pode ser ruim, a resposta é Ceturb (
Mais engraçado que o primeiro.
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